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25 de Abril contado pelos protagonistas
   
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 Entrevista:
1992-1993, Lisboa e Coimbra

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Onde estava?
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O 25 de Abril foi mal preparado?
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Houve interferências externas no 25 de Abril.

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Reacções externas posteriores.
   
Francisco da Costa Gomes
(n. 1914 m.2001)

 

Francisco da Costa Gomes nasceu em Chaves, em 1914. Iniciou a sua carreira militar em 1931 e, em 1944, licenciou-se em Ciências Matemáticas. Em 1948 completou o curso do Estado Maior. Em 1958, foi nomeado subsecretário de Estado do Exército, cargo de que foi exonerado devido à sua participação na Abrilada (golpe Botelho Moniz) contra a política colonial de Salazar.
Em 1965 é nomeado 2º Comandante da Região Militar de Moçambique, passando a 1º Comandante em 1967. Entre 1970 e 72, foi comandante chefe das Forças Armadas de Angola. Em ambos os territórios conseguiu uma transitória pacificação da guerra, com vantagens para o exército português. Em Outubro de 1972, seria nomeado Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, cargo de que foi exonerado a 14 de Março de 74, por se ter recusado a chefiar os generais dos três ramos das FAs na homenagem ao então Presidente Américo Tomás (Brigada do Reumático). Retomou estas funções após o 25 de Abril de 1974, enquanto membro da JSN. Foi o chefe militar mais votado pelos capitães, para integrar as estruturas dirigentes, após a revolução. Presidente da República (de Setembro de 1974 a Julho de 1976). A partir de 1977, desenvolve intensa actividade nacional e internacional, integrando a Presidência do Conselho Mundial da Paz e do Conselho Português para a Paz e Cooperação. Integrava ainda o Grupo de Generais para a Paz e o Desarmamento. Promovido a Marechal em 1982. Morre em 2001.
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