ARQUIVO IMPRENSA
Como tudo se passou do projecto de barragem até ao abandono da obra, o papel dos diferentes actores da história de uma descoberta que entusiasmou a opinião pública internacional durante quase um ano.


Um velho projecto de barragem

A inércia do Ippar

Um "escândalo internacional"

"As gravuras não sabem nadar"

Um futuro para as gravuras


Um velho projecto de barragem

CARVALHO, M., 95/02/18, "O destino oculto das águas do Côa", Público, Cultura, p. 27.

Barragem pode servir para transvases de água para o Sul. A preservação das gravuras paleolíticas do Côa no seu ambiente natural pode ter pela frente um obstáculo até agora desconhecido. Vários estudos e um plano elaborado no tempo do ministro Carlos Borrego relacionam a projectada barragem com a transferência de água do Douro para Sul. O governo nega tudo e a EDP insiste na valia energética da obra. Quem não parece importar-se com estas discussões são os 70 mil estudantes que exigem num abaixo-assinado a paragem dos trabalhos.

C. M., 95/05/13, "Transvases à portuguesa?", Público, Cultura,, p. 4.

Os segredos da barragem de Foz Côa.


A inércia do Ippar

CARVALHO, M., 94/11/25, "Uma barragem de segredo", Público, Cultura, p. 28.

A barragem de Foz Côa vai pôr a 100 metros de profundidade um dos mais importantes sítios arqueológicos da Península. Nem o Ippar nem a EDP avaliaram a importância da estação e a divulgaram antes do início da construção da barragem. A comunidade científica só soube das gravuras rupestres na semana passada, com as obras em marcha.

CARVALHO, M., 94/11/26, "Ippar nega culpas em Foz Côa", Público, Cultura, p. 29.

Atraso na divulgação do achado continua por explicar. O Ippar admitiu ontem que sabia da existência nas margens do Côa, das gravuras paleolíticas recentemente divulgadas. O seu conhecimento prévio, diz o instituto, era apenas <<parcial>>. E não explica por que é que o estudo profundo do local não decorreu antes do início das obras da barragem que o vai submergir.

BRAGA, I., 94/12/09, "Estudos sobre achado rupestre do Côa vão demorar", Público, Cultura, p. 28.

Conselho Consultativo do Ippar toma posição e reúne-se com EDP.

LOURENÇO, D., 94/12/16, "Foz de conta", O Independente, Cultura Património, p. 66.

O Ippar quer recuperar o tempo perdido. Por isso, montou uma<<operação de charme>>. Convidou especialistas estrangeiros e promovou um debate público sobre as pinturas rupestres do rio Côa. Além disso, decidiu agora classificar o património descoberto há mais de um ano.

94/12/20, Público, Cultura, BARATA C., "<<Crime de negligência>>", p. 24.

Arqueólogos pretendem proceder judicialmente contra Ippar a propósito do achado do Côa. O caso das gravuras rupestres do Côa continua a dar brado. Foi alvo de um artigo no último <<Sunday Times>>, onde é considerado <<um escândalo arqueológico ao nível internacional e, no mesmo dia, foi comentado no World Service da BBC. Entretanto, um grupo significativo de professores de arqueologia pretende apresentar queixa no Ministério Público do Ippar, por crime de negligência.

95/01/07, Expresso, Nacional, MONTEIRO H., "<<Não fui consultado sobre as obras da barragem", p. 19.

Nuno Santos Pinheiro, presidente do Ippar. <<A direcção do Ippar tomou conhecimento das gravuras em Novembro de 94, quando a questão foi levantada>>.

95/01/23, Diário de Notícias, País, "Foz Côa escondia pinturas rupestres" e "Cronologia", p. 43.

Artigos sobre a géneses da batalha do Côa.

95/01/30, Público, Cultura, CARVALHO M. E GARCIAS. P., "Que segredos esconde o Côa", p. 26.

Descobertas novas gravuras com obras a avançar. Os habitantes de Vila Nova de Foz Côa converteram-se numa espécie de <<Indiana Jones>> e lançaram-se à descoberta de mais gravuras rupestres no vale, que durante décadas esqueceram. Este fim de semana, arqueólogos portugueses, espanhóis, italianos e ingleses espantaram-se com o santuário e com as descobertas feitas por cidadãos comuns. E soube-se que há também gravuras na margem direita do Côa. O valor do achado cresce ao ritmo da construção da barragem da EDP. A população continua dividida.

Um "escândalo internacional"

"Modern Scandal greets big Stone-Age Art find"

O parecer da UNESCO

As gravuras "entram" no Parlamento


"Modern Scandal greets big Stone-Age Art find"

94/12/27, The New York Times, Science Times, SIMONS M.,"Vast Stone Age Art gallery is found but dam may flood it", pp. B7 e B.11.

Archaeologists kept a trove secret even as the waters rose.

94/12/28, Herald International Tribune, SIMONS M.,"Modern Scandal greets big Stone-Age Art find", pp. 1 e 6.

Artigo sobre a génese da batalha do Côa.

94/12/29, Diário de Notícias, País, ..., "Côa é<<escândalo moderno>>", p. 34. Encobrimento das gravuras rupestres chega ao <<Herald Tribune>>.

95/01/07, Time, Week, PATEL T., "Prehistoric engravings face death by drowning", p. 9.

Artigo sobre a génese da batalha do Côa.

95/01/08, Independent on Sunday, The World, KEYS D., "Dam threatens Stone Age carvings", p. 14.

Artigo sobre a génese da batalha do Côa.

95/01/08, The Sunday Times, News, "Portuguese rally to save Ice Age Art", p. 10.

Artigo sobre a génese da batalha do Côa.

95/01/23, Time, the Arts & Media, RODUSHER, "Rock Art in a hard place", p. 45.

Just discovered, unique Stone Age drawings may be lost again to a new dam in Portugal.

95/03/11, Le Monde, Aujourd'hui-Sciences, VINCENT C., "La communeauté internationale se mobilise pour sauver le site paléolithique de Foz Côa", p. 25.

Au Portugal, des centaines de gravures rupestres sont menacées par la construction d'un barrage.

95/03/11,The Times, European News, OWEN E., "Dam project threatens art legacy from Ice Age" pp. 14 e 17.

Portuguese government under fire as visitors and power company take toll on engravings.

O parecer da UNESCO

94/12/25, Público, Sociedade, CARVALHO M., "A barragem dos equívocos", p. 20.

Polémica de Foz Côa hoje em debate no Conselho Ambiental da EDP. Três meses depois de se iniciarem as obras, o Conselho de Impacte Ambiental da EDP vai produzir hoje o primeiro grande debate sobre a barragem de Foz Côa. A questão principal em cima da mesa é a saber se os enormes custos patrimoniais do projecto são, ou não compensados pelas mais valias esperadas pela EDP na produção de electricidade. A troca de argumentos parece, à partida, desigual: os prejuízos à vista passam pela destruição de terrenos de grande potencial vitícola e pelo afogamento de um santuário de arte rupestre de valia mundial e de várias pinturas paleolíticas. No outro prato da balança, os ganhos passam pela produção de electricidade, um pouco no Côa, muito mais nos cinco aproveitamentos a jusante. Numa altura em que a potência instalada em Portugal é superior no consumo nas horas de ponta se vislumbram no horizonte aumentos de rpodução nas centrais de Pego e da Tapada do Outeiro, fará sentido construir uma barragem acessória que vai inundar uma área de 1564 hectares em plena região demarcada do Douro?

95/01/07, Público, Destaque, CARVALHO M., "EDP estuda alternativas a Foz Côa", p. 2.

A EDP já comprendeu que a submersão das gravuras descobertas na área de construção da barragem de Foz Côa jamais será assunto pacífico e começou a estudar alternativas. Depois dos protestos contra as conclusões do arqueólogo Jean Clottes, que admitia o afogamento das gravuras para evitar <<actos de vandalismo>>, as posições pró e contra a barragem extremaram-se e começaram a fazer mexer os partidos. O PS defende a paragem das obras e o CDS quer barragem e gravuras ao mesmo tempo. Soares diz-se preocupado com o seu <<desaparecimento>> e prepara uma posição pública sobre o caso, enquanto a oposição ao cenário da submersão engrossa com adesões de várias personalidades ligadas à cultura. Entre a população de Foz Côa, o tema domina todas conversas.

95/01/11, Público, Cultura, BRAGA I., "Charada rupestre", p. 22.

EDP recusa pedido do Ippar para suspender obras no Côa. A EDP recusa parar os trabalhos da barragem para permitir o estudo do local em que o Ippar está empenhado. Os arqueólogos sugerem alternativas técnicas e louvam o empenho da EDP na conservação do santuário paleolítico. O debate está a tornar-se num perda de tempo, porque o essencial, estudar o sítio, está por fazer.

95/01/03, Público, Cultura, BRAGA I., "Um relatório supresa", p. 23.

Especialista da UNESCO defende construção da barragem do Côa. O receio que as rochas gravadas do Côa sejam alvo de actos de vandalismo pesou muito no parecer que Jean Clottes, grande autoridade internacional em arte rupestre, emitiu sobre o destino a dar áqueles vestígios paleolíticos: embora venham a revelar-se os mais importantes do género no mundo, é melhor que sejam submersos pela barragem da EDP em construção no local. Este parecer será discutido quinta-feira pelo Conselho Consultativo do Ippar.

95/01/04, Diário de Notícias, País, p.32, "Foz Côa opõe arqueólogos", p. ....

Da discussão nascerá a luz. Polémica adquire novos contornos.O IPPAR vai debater, amanhã um relatório de Jean Clottes, especialistas da UNESCO em arte rupestre, segundo o qual a melhor forma de preservar as gravuras do Côa será através da construção da barragem. O arqueólogo Cláudio Torres contesta esta posição, afirmando que Jean Clottes tratou Portugal como se fosse <<um país do terceiro mundo>>, onde a submersão das gravuras <<evitaria a sua destruição pela população>>.

95/01/06, Jornal de Notícias, Cultura, BANDEIRA J. G., "-Ippar <<manipulou>> relatório da UNESCO sobre gravuras do Côa- diz ao JN o arqueólogo Pinto Ribeiro", p. 43.

Le Monde, El país, Herald Tribune, Sunday Times, BBC, UPI, France presse e Time Magazine são alguns dos meios de comunicação que se juntaram à imprensa portuguesa na denúncia do escândalo que tem rodeado a descoberta das gravuras rupestres de Foz Côa, que a barragem da EDP se prepara para submergir (ou destruir, de acordo com especialistas). Está em causa uma jazida pré-histórica com 200 séculos, de um valor incalculável, raríssima em todo o mundo e que nenhum país civilizado se atraveria a pôr em causa. Em Portugal, as coisas não são bem assim...

95/01/12, Público, Cultura, BRAGA I., " 'Não entro nas guerras portuguesas' ", p. 26.

Jean Clottes, presidente do Comité Internacional de Arte Rupestre, em entrevista ao PÚBLICO.

95/05/03, Público, Cultura, BRAGA I., "Vale do Côa é <<uma coisa única>>", p. 28.

Arqueólogo italiano Emmanuel Anati ao PÚBLICO.

Submersão das gravuras

As gravuras "entram" no Parlamento

94/11/30, Público, Cultura, BRAGA I., "Quem salva gravuras do Côa?", p. 34.

Partido socialista debate conjunto paleolítico na Assembleia da República para que impeçam a destruição das gravuras paleolíticas descobertas nas margens do rio Côa, ameaçadas pela construção de uma barragem da EDP. E sugeriram a criação de uma comissão internacional de peritos que avalie a importância do achado e uma comissão parlamentar que apure responsabilidades na ocultação do achado.

94/12/05, Diário de Notícias, Sociedade, M. F., "O cavalinho da Encanada", p. 25.

Deputados do PS e Arqueóloga foram ver as pinturas rupestres.

94/12/14, Público, Cultura, QUEIRÓS L. M., "SEC admite classificar gravuras do Côa", p. 34.

Santana Lopes quer preservar património arqueológico <<haja o que houver>>

94/12/21, Público, Cultura, COUTINHO I., "Mostrar trabalho num só dia", p. 27.

Santana Lopes visitou as obras do ANIM e mostrou peças na Ajuda. O secretário de Estado da cultura andou ontem muito ocupado. Visitou as obras do Arquivo Nacional das Imagens em movimento (ANIM) em Bucelas...Não se cansou de dar novidades.

95/02/08, Público, Cultura, BRAGA I., "Saga e Fuga pelos Montes", p. 21.

Os responsáveis do Instituto do Património quiseram impedir a missão técnica da UNESCO em visita ao Côa de se encontrar com o Presidente da República, acusa o seu acessor para a área do ambiente. Tudo porque o subsecretário de Estado da Cultura se sentiu agastado pelo facto de Mário Soares não o ter convidado a acompanhá-lo numa visita ao local. A história mete uma reunião acabada à pressa e uma perseguição pelos montes.

95/02/18, Público, Cultura, BRAGA I., "Partido Comunista acusa Instituto do Património", p. 27.

Ippar posto em causa pelo PCP.

95/03/09, Público, Cultura, BRAGA I., "<<Foz Côa tem dois amores>>", p. 29.

Subcomissão parlamentar de Educação, Ciência e Cultura ouve interessados.

95/05/03, Público, Cultura, BRAGA I., "Um espetáculo de indecisão", p. 28.

Manuel Frexes defendeu ontem no Parlamento uma tese indefensável: a construção da barragem do Côa não é contraditória com a preservação das gravuras paleolíticas. Deputados de todas as bancadas, do PCP ao CDS-PP, atacaram-no, fortalecidos com um argumento de peso: um relatório técnico da UNESCO, elaborado a pedido da SEC recomenda a suspensão da barragem.

95/11/07, Público, Política, LOPES A. S. E PIMENTEL J., "Guterres pelas gravuras", pp. 6 e 7.

Primeiro ministro apresenta hoje o programa do Governo. A decisão está tomada, o Governo vai suspender a construção da barragem do Côa para permitir o levantamento do valor patrimonial das gravuras. A par estuda alternativas, o que implica uma nova visão do plano hidrológico nacional. Esta a novidade que o primeiro-ministro leva hoje ao parlamento, no primeiro dia de debate do programa do governo. Para os outros dias apenas seis ministros vão estar na linha de frente: Educação, Finanças, Negócios Estrangeiros, Emprego, Planeamento e Presidência. E o líder do PSD preferiu não se envolver em perguntas a Guterres.

"As gravuras não sabem nadar"

Acções

Artigos de opinião


Acções

A favor da construção da barragem

Contra a construção da barragem

95/01/26, Público, Cultura, CARVALHO M., "Gravuras da <<consciência cívica>>", p. 31.

Debate em Braga condena barragem do Côa. O debate anteontem promovido em Braga sobre as gravuras do Côa começou com um atestado da sua importância científica, mas rapidamente se transformou num exercício de <<consciência cívica>>. Arqueólogos, historiadores, estudantes ou <<cidadãos comuns>> uniram-se em coro para defender <<o nosso mais antigo arquivo da memória>>.

95/02/04, Público, Cultura, GARCIAS P., "As gravuras não sabem nadar", p. 31.

Estudantes manifestaram-se em Foz Côa contra a barragem da EDP.

95/02/20, Diário de Notícias, Norte, MANGAS F., "Jovens defendem Foz Côa", p. 43.

Manifestação recebe Mário Soares na visita á estação paleolítica. Centenas de estudantes vão dizer hoje, a Mário Soares, em Foz Côa, que <<as gravuras não sabem nadar>>. Ponto alto de uma polémica quase rupestre.

95/02/25, Público, Cultura, COUTINHO I., "A discórdia das águas", p. 29.

Debate em Lisboa sobre a arte rupestre de Foz Côa. O processo de classificação das gravuras rupestres do Côa <<ainda não está terminado>>; os trabalhos na barragem de Foz Côa <<estão a ser acelerados>>; o movimento de solidariedade pela salvação das gravuras <<está a aumentar>>; e a opinião dos habitantes de Foz Côa quanto à construção da barragem <<está a mudar>>. Estas são algumas das conclusões do debate que se realizou ontem à tarde, em Lisboa: <<Foz Côa: As águas da discórdia>>. Ou a discórdia das águas?

95/03/08, Público, Cultura, CARVALHO M. E QUEIRóS L. M., "Arqueólogos vão ao parlamento exigir suspensão das obras no Côa", p. 34.

Subcommissão da cultura da AR ouve hoje quatro arqueólogos, que irão requerer a paragem imediata das obras da barragem do Côa. <<Será necessário vir cá um marciano para dar uma opinião sobre o que o Governo deve fazer?>>, interroga-se Vítor Oliveira Jorge. <<Parar já, para depois se pensar com a cabeça fria>>, defende Cláudio Torres.

95/07/16, Público, Cultura, QUEIRóS L. M.., "Universidade do Porto edita revista dedicada a Foz Côa", p. 33.

Especialistas contestam datações encomendadas pela EDP.

95/10/15, Público, Local, Q. L. M., "Requiem por uma barragem", p. 72.

Acção para a defesa das gravuras.

Artigos de opinião

A favor da construção da barragem

95/01/04, Público, Cultura, BRAGA I., "Estão sujeitos a toda espécie de atentados", p. 18.

Arqueóloga Adília Alarcão pronuncia-se sobre achados do Côa.

95/05/04, Público, Cultura-Opinião, CAIXÃO A. N. S., "Em Foz Côa não se pode sonhar acordado, porque o solo agreste não produz sonhos", p. 29.

<<Iluminados portugueses>> e <<trutas estrangeiros>>, que se encontravam adormecidos num Outono já <<fincado>>, haviam acordado e descoberto que, afinal, ali estava o maior <<santuário paleolítico do mundo ao ar livre>>, que interessava preservar, mais para os seus estudos e <<gozo espiritual>> do que para garantia do futuro das gentes de Foz Côa.

A favor da preservação das gravuras

94/12/29, Diário de Notícias, Cultura, SILVA A. C., "Arqueologia em 94", p. 11.

O ano do <<Côa>>.

95/01/07, Expresso, Estado do Sítio, SANTOS A. C., "Estes gauleses são loucos!", p. 3.

95/01/14, Expresso, Cartaz, "Elefantes e dinossauros", p. 19.

95/02/10, Diário de Notícias, Norte, MANGAS F., "Jovens defendem Foz Côa", p. 40.

A favor da barragem, os mais velhos de Foz Côa aludem ao ditado <<Pra cá do Marão>>. Mas os jovens preferem o <<o paraíso>> paleolítico.

95/02/11, Expresso, ROCHA R., "Política paleolítica", p.5.

Artigo de opinião sobre o problema do Foz Côa.

95/03/09, Público, Cultura, CARVALHO M., "Manobras dilatórias", p. 29. Comentário.

95/05/21, Público, Cultura Opinião, COSTA J. L., "Foz Côa e o novo tabu nacional", p. 44.

Aproveitem-se as águas do Foz Côa para produzir a palmeta, para fazer transvases daquele peixe para o Alentejo e promova-se também o turismo subaquático da região, em escafandros para visitar as gravuras que passarão a estar debaixo de água.

95/07/16, Público, Cultura, RIBEIRO J. P. C., "Côa, a barragem silenciosa", p. 29.

Em toda esta polémica uma coisa, porém, é certa. (...) O fundamentalismo está com quem, desde o início, nunca sequer quis admitir a possibilidade de encarar cenários alternativos à construção da barragem e tudo fez para defender a sua realização, procurando criar situações de facto consumado, não olhando por vezes a meios para atingir os fins pretendidos.

a favor dos dois

95/02/15, O Fozcoense, D., "O falso dilema", p. 1 e 2.

95/01/07, Público, Destaque, GARCIAS. P., "O totoloto e o <<jackpot>>", p. 3.

População faz as contas à polémica.

outros

94/12/20, Público, Cultura, BAGUENIER H.., "O papel da democracia nas escolhas tecnológicas", p. 25.


Um futuro para as gravuras

95/02/15, Terra Quente, Cultura, ABREU C.., "Solução de Siega verde (Espanha) é exemplo para as gravuras do Côa", p. 5.

Revelado em conferência na Reitoria da universidade do Porto. Realizou-se no passado dia 30 de Janeiro, na Reitoria da Universidade do Porto, uma conferência subordinada ao tema <<Siega Verde-Um contexto para a arte rupestre paleolítica do Côa>>, em que intervieram dois proeminentes pré-historiadores e professores da Universidade de Alcalá de Henares (Espanha), Rodrigo de Balbín Behrmann e Javier Alcolea Gonzalez.

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