1996 JANEIRO
Referência e resumo de notícias e artigos de opinião sobre a polémica de Foz Côa, publicados na imprensa nacional e internacional, relativos ao mês de Janeiro de 1996. Este arquivo é gerido por Paulo Rajado (aluno do Departamento de Estudos Geográficos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra).

96.01.01, Jornal de Notícias, Cultura, José Gomes Bandeira, "Recordar Foz Côa", p. 40-41. <<Pela primeira vez no Mundo: manifestações em defesa da arte pré-histórica. "Foz Côa" foi o grande acontecimento de 1995.>>

96.01.06, Diário de Coimbra, Breves Nacionais, "II Medidas para o vale do Côa - Parque arqueológico vai avançar". <<O Programa Integrado de desenvolvimento do Vale do Côa (PIDVC) foi ontem de manhã apresentado pelo secretário de Estado do Desenvolvimento Regional às Câmaras Municipais do Vale do Côa.>>.
<<A Quinta de Ervamoira vai morrer com o século, quando começarem a galgar as encostas as águas da barragem de Foz Côa. Juntamente com as suas vinhas de insondável beleza, em Ervamoira acabam também o sonho perfecccionista de um homem visionário e apaixonado, e a dedicação do seu sobrinho. A história de José Rosas e de João Nicolau de Almeida, que um dia quiseram mostrar ao mundo que, na natureza, tudo é possível-excepto quando os tecnocratas se põem a fazer contas com base na estreita lógica do deve e haver>>.

96.01.14, Público, Cultura, Pedro Garcias, "Foz Côa reclama quinze milhões", p. 31. <<A Câmara de Foz Côa apresentou ontem ao secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, Adriano Pimpão, um pacote de contrapartidas pela não construção da barragem no valor de quinze milhões de contos. Entretanto, na região, antevê-se nova polémica, com epicentro em Vila Flor e Mogadouro, que exigem ser incluídas no Programa Integrado de Desenvolvimento do Vale do Côa>>.

96.01.14, Público, Cultura, Isabel Braga, "Arqueologia do Vale do Côa - Parque em embrião", p. 29 <<No próximo Verão estará já em funcionamento, no Vale do Côa, um embrião do futuro parque arqueológico. O local escolhido foi o conjunto de gravuras da Penascosa, "Por serem as de mais fácil acesso", explicou ao PÚBLICO o arqueólogo coordenador do projecto do Parque Arqueológico do Côa, João Zilhão.
No mesmo local, será instalado um centro de atendimento de visitantes, que "servirá de centro de interpretação da arte rupestre em geral e da arte do Vale do Côa em particular", disse o mesmo responsável. Co esta medida pretende-se não só diminuir a pressão dos visitantes sobre as gravuras rupestres como obter dados que ajudarão a definir o projecto o parque, explicou ainda
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Última actualização no dia 20 de Março 96
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