História da Expansão Portuguesa [9614]
Resumo
Resultados
Bibliografia de referência
Competências Específicas
Competências Genéricas (da cadeira de 2002/2003)
Avaliação
Programa
1. A génese da Expansão Portuguesa ou a forma do Poder Central resolver os problemas:
1.2. Dos efeitos perversos da “Longa Depressão” sobre a população em geral e sobre as élites nobiliárquica (guerreira) e burguesa (mercantil) em particular.
1.3. Do perigo da falta de coesão nacional e da perda da independência sob a ameaça de Castela.
1.4. Do possível isolamento de Portugal (e da dinastia de Avis) em relação à Respublica Christiana” como resultado da prolongada “guerra entre cristãos”.
2. Os meios necessários à satisfação dos objectivos da Expansão Ultramarina:
2.1. A elaboração de uma ideologia ajustada às mentalidades e compensadora da falta de gente (guerreira)
2.2. O imposto (financeiro) e o perdão (judicial) como instrumentos ao serviço da Expansão.
2.3. A evolução dos meios náuticos e a realização das viagens de descobrimento.
2.4. A necessidade da constituição de um conjunto de dados (serviço informativo) fornecidos pelas diversas categorias de viajantes.
2.5. O recurso a um tipo de linguagem, se possível, “civilizado”:
3. Da necessidade de defender o Reino à possibilidade de constituir um império:
3.1. A evolução da(s) política(s) e da(s) ideologia(s) ao longo dos séculos XV e XVI.
3.2. A integração de Portugal na “Respublica Chistiana” e a relações deste bloco com os blocos muçulmano e turco otomano.
3.3. As guerras e a guerra na Expansão Portuguesa
3.4. Os portugueses em viagem no Mediterrâneo e no Índico.
3.5. A colonização portuguesa nos espaços em que mais persistiu.
4. O Império em funcionamento
4.1. A “Rota do Cabo” e o seu destaque na rede de rotas à escala mundial.
4.2. A “vida a bordo” e os portugueses em viagem por terra.
4.3. A Colonização e a Emigração ou a adaptação dos portugueses aos diferentes espaços e modos de vida.
4.4. “Nós “ e os “outros” em aculturação.
4.5. A Expansão como entrave ao desenvolvimento do Reino ou uma leitura diacrónica dos “alvitres” de alguns influentes coevos (autores modernos).