História da Arte Portuguesa (sécs. XVI-XVIII) [8765]
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António Manuel da Rocha Pimentel Instituto: IHA

Resumo

O programa da cadeira tem por objectivo fornecer uma visão abrangente da evolução da arte portuguesa entre o Renascimento e o Rococó.

Resultados

Pretende-se que os alunos fiquem habilitados a compreender a produção artística nacional em ligação com o amplo processo histórico- da formação ao ocaso- do Estado Moderno.

Bibliografia de referência

  • CARVALHO, Ayres de, D. João V e a arte do seu tempo, Lisboa, 1963, 2 vol.
  • CORREIA, José Eduardo Horta, Arquitectura Portuguesa. Renascimento, Maneirismo, Estilo Chão, Lisboa, Editorial Presença, 1991
  • KUBLER, George, A Arquitectura Portuguesa Chã. Entre as especiarias e os diamantes, 1521-1706, trad. port., Lisboa, Vega, 1988
  • PEREIRA, Paulo (dir. de), História da Arte Portuguesa, Lisboa, Círculo de Leitores, 1995 (vol. II e III).
  • PIMENTEL, António Filipe, Arquitectura e Poder, o Real Edifício de Mafra, Coimbra, Instituto de História da Arte, Faculdade de Letras, 1992
  • FRANÇA, José-Augusto, Lisboa Pombalina e o Iluminismo, Lisboa, Bertrand, 1987.
  • SALDANHA, Nuno (coord.), Joanni V Magnifico, Lisboa, 1994, Cat.
  • SMITH, Robert C., André Soares, arquitecto do Minho, Lisboa, 1973
  • SMITH, Robert C., Frei Cipriano da Cruz, escultor de Tibães, Porto, Livraria Civilização, 1968
  • (v.v. a.a.) História da Arte em Portugal, Lisboa, Alfa, 1986 (vol. 5, 6, 7, 8 e 9)
  • NOTA: Uma bibliografia completa de apoio da cadeira será fornecida aos alunos no início do ano.
  • English:
  • The complete bibliography will be provided to the students in the beginning of the year.

Competências Específicas

  • Informação abrangente sobre o passado humano em geral, sobre História Europeia e a História de Portugal em particular [1]

Competências Genéricas (da cadeira de 2002/2003)

  • Capacidade de expressão oral e escrita [3]
  • Capacidade de iniciativa [6]

Avaliação

A avalição é, em princípio, periódica, de acordo com o sistema consagrado, sem prejuízo de se procurar implementar, em acordo com os alunos, formas de avaliação contínua.

Programa

A. O RENASCIMENTO

1. ARQUITECTURA

1.1. A difusão do Humanismo

1.2. A ruptura manuelina e a emergência da gramática renascentista

1.3. O papel das “micro-arquitecturas”. Mecenas e artistas.

1.4. A nova espacialidade e o “Renascimento experimental”

1.5. O Alto Renascimento e a(s) estética(s) dos poder(es)

2. ESCULTURA

2.1. Nicolau de Chanterene

2.2. Filipe Hodart

2.3. João de Ruão

3. PINTURA

3.1. Vasco Fernandes

3.2. Cristovão de Figueiredo

3.3. Gregório Lopes

B. MANEIRISMO E ESTILO CHÃO

1. ARQUITECTURA

1.1. A crise do poder e o “integrismo ideológico”

1.2. O “estilo chão”, uma estética de resistência

1.3. A União Dinástica e o ciclo filipino

1.4. A arquitectura das Ordens Religiosas

2. ESCULTURA

2.1. Os retábulos-fachada: uma arte restauracionista

3. PINTURA

3.1. Um pioneiro: Francisco de Holanda

3.2. O retrato de Corte

3.3. A pintura religiosa e a mensagem tridentina

C. O PRIMEIRO BARROCO

1. ARQUITECTURA

1.1. O “longo século XVII”

1.2. A arquitectura da Restauração

1.3. A reabilitação do espaço centralizado

1.4. João Antunes

2. ESCULTURA

2.1. A retabulária do “estilo nacional” e as “igrejas de ouro”

2.2. Fr. Cipriano da Cruz

2.3. Claude de Laprade

3. PINTURA

3.1. O tenebrismo

3.2. O retrato icónico

3.3. Josefa de Óbidos e o triunfo dos sentidos

D. O BARROCO JOANINO

1. ARQUITECTURA

1.1. A “revolução joanina”

1.2. Ludovice e a “arquitectura régia”. Os grandes empreendimentos.

1.3. Mafra: o “Real Edifício”

1.4. O Barroco a Norte: Nicolau Nasoni

2. ESCULTURA

2.1. A importação possível: de Bellini a Giusti

2. 2. A escultura em Mafra

3. PINTURA

3.1. Os pintores da Corte: Quillard e Duprà

3.2. A italianização da pintura: André Gonçalves e Vieira Lusitano

3.3. A importação de pintura italiana

E. “POMBALISMO” E ROCOCÓ

1. ARQUITECTURA

1.1. Mateus Vicente e a arquitectura da Corte

1.2. O(s) terramoto(s) e a arquitectura da Reconstrução

1.3. A Reforma da Universidade e a arquitecura da “Nova Fundação”

1.4. O Alto Minho e a arquitectura de André Soares

2. ESCULTURA

2.1. Machado de Castro

3. PINTURA

3.1. Pedro Alexandrino de Carvalho


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