logo bannerResumo de alguma da investigação levada a caboContextualização históricaFotos e primeiras páginas de jornais da épocaInformações bibliográficas e outras


Importa inserir o 11 de Março no contexto do Portugal pós-revolucionário, e observar o dia em detalhe.

O dia, hora a hora, minuto a minuto.

 

 

 

Cartaz do PCP

 

 

 

 

 

Cartaz da UDP

 

 


Contextualização Histórica

de 25 de Abril a 11 de Março

Militar do COPCONDesde a Revolução dos Cravos até ao dia 11 de Março, Portugal atravessou um período de enorme instabilidade política e de clivagens entre diferentes facções.

Foram essas diferenças que precipitaram a "intentona" de 11 de Março, e que a partir daqui mudaram a face do Processo Revolucionário Em Curso.

Abaixo registam-se os principais acontecimentos.

  • 25 de Abril de 1974 - O levantamento militar dirigido por jovens oficiais do MFA, depõe o Governo de Marcelo Caetano, formando-se uma Junta de Salvação Nacional.
  • 15 de Maio - A junta proclama Presidente da República o general António de Spínola. Formação do primeiro Governo Provisório de coligação, sob presidência de Adelino da Palma Carlos.
  • 9 de Julho - Palma Carlos e mais quatro dos membros do seu Governo pedem a demissão devido a divergências surgidas entre eles e os ministro de esquerda.
  • 11 de Julho - O general Spínola destitui todos os membros do Governo.
  • 17 de Julho - O coronel Vasco Gonçalves, um dos dirigentes do MFA, forma um novo Governo em que participam os dirigentes da esquerda Álvaro Cunhal (PCP) e Mário Soares (PS), que já tinham feito parte do Governo anterior.
  • 28 de Agosto - Separação do poder político e do poder militar.
  • 27-28-29 de Setembro - Agravamento da tensão entre militantes da esquerda e da direita devido a uma projectada manifestação da "maioria silenciosa", a princípio encorajada pelo Presidente Spínola, proíbida mais tarde pelo próprio.
  • 30 de Setembro - Falha a tentativa de provocar uma "prova de força" entre a direita e o MFA. O general Spínola apresenta a sua demissão, e prevê para o país um período de crise e de caos.Sucede-lhe o General Costa Gomes, que confirma nas suas funções o Governo de Vasco Gonçalves, com excepção de três ministros solidários com Spínola.

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