Destaques

 
Resumo
Tolerâncias, Intolerâncias, vol. 25

 

JOÃO MADEIRA
Bolchevização, funcionários clandestinos e identidade no PCP.

O corpo de funcionários clandestinos do PCP constituiu a espinha dorsal do Partido Comunista Português durante o longo período de ilegalidade a que se viu forçado pelo Estado Novo. A mobilidade vertical no aparelho partidário, os critérios de selecção, as tensões entre a norma e a realidade acabariam por moldar esse corpo de funcionários, tornando-os num eficaz interface entre o reduzido núcleo dirigente e o conjunto dos militantes, dotado de autoridade efectiva, acrescida pelo poder simbólico que veiculavam.

 

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Última alteração: Fevereiro de 2006
Coordenação: IHTI | Revisão: Maria do Rosário Azenha | Actualização: Manuel Vizeu | Fotos: Leonardo Opitz and Sérgio Azenha

 
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