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INVADER
     
 Tarefa 2. Avaliação da vegetação nativa e invasora potencial - banco de sementes
     

A recuperação bem sucedida de habitats naturais, incluindo o reestabelecimento de espécies, depende não só das condições abióticas, mas também da disponibilidade de sementes (De Graaf et al., 1998). Apesar da composição e abundância de espécies no banco de sementes não reflectir necessariamente a composição e abundância de plantas desenvolvidas na mesma área, frequentemente as áreas perturbadas apresentam uma relação próxima entre as plantas adultas e o banco de sementes (Baptista & Shumway, 1998).



 
     
     
 2.1 diversidade do banco de sementes
     

O banco de sementes representa uma importante fonte para a regeneração de espécies vegetais nativas. A diversidade do banco de sementes foi avaliada através do método de emergência de plântulas (Holmes e Cowling, 1997), tendo sido complementado pelo método de flutuação (Villiers et all, 1994).

 

2.1.1 método de vegetação - método da emergência de plântulas

A emergência de plântulas a partir de amostras de solo recolhidas decorreu em ambiente de estufa. As amostras foram espalhadas em tabuleiros e mantidas em condições controladas de forma a promover a germinação do maior número de indivíduos possível. As plântulas que emergem foram monitorizadas quinzenalmente.

 

2.1.2 método de separação - método de elutriação ou flutuação

Depois de testada a eficiência de dois métodos de separação (elutriação e flutuação) nas amostras em estudo, o que se revelou mais indicado foi o de flutuação, tendo sido utilizado para separar as sementes das amostras de solo. As sementes foram contadas, identificadas e a sua viabilidade testada. Os resultados dos dois métodos foram depois comparados.



 
   
método da emergência de plântulas

   
método de separação

     
     
 2.2 efeito da profundidade e do tempo de enterramento na viabilidade de sementes de Acacia longifolia
     

Sementes de Acacia longifolia foram colhidas de vagens deiscentes e estão a ser testadas quanto à germinação e viabilidade ao longo do tempo, segundo metodologia proposta por Holmes e Moll (1990). As sementes foram enterradas a diferentes profundidades e recolhidas ao fim de 4, 10, 18 e 31 meses. Mais sementes continuam enterradas para recolha após 45, 57 e 63 meses. Em cada tempo de amostragem, os sacos foram removidos do campo e as sementes testadas quanto à germinabilidade (germinação em estufa, em caixas de petri, durante 30 dias) e viabilidade (estimuladas por meio de escarificação).



 
   
avaliação da viabilidade de sementes

     

17/6/2008

 
 

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