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| Apanhar a cássia, obter o oficialato (chan gong zhe gui) | |
Peça para o centro da parede da sala |
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Oficina Yun He Zhai, Mianzhu, Chengdu, Prov. de Sichuan. Reinado de Qianlong (1736-1796) |
| foto: Óscar Almeida, 2003 |
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Decalque (em positivo) de uma monumental prancha de finais do século 18, já fora de produção. O trabalho tem incisa a marca de Yun He Zhai, uma das mais prestigiadas oficinas de Mianzhu. Pelas dimensões, pelo detalhe, pela composição, é um documento raro e da melhor qualidade. A longa inscrição à cabeça pretende ser didáctica e, justificando desta forma a figura gesticulante, diz: "Este jovem não é nem estouvado nem louco. De pés descalços e de cabelos desgrenhados, ele desdenha do mundo. Tem tantas moedas quantas cada um de nós gostaria de ter. Assim, a dançar, ele andou durante milhares de anos, simplesmente porque é imortal, Liu Hai". Com efeito, não é esta a representação convencional e bem-disposta de Liu Hai: Esta é mais uma obra de interpretação, de observação, de originalidade, enfim, uma obra de Arte, no sentido mais nobre da expressão. Uma das peculiaridades desta representação é Liu Hai transportar às costas um cantil de peregrino com um ramo de cássia ou "canela da China", arbusto que florescia no 8º mês, época do Festival da Lua e época também dos Exames Imperiais. Tradicionalmente, o seu ramo florido era um presente da deusa Chang E aos candidatos aprovados. As moedas, com legendas propiciatórias cuidadosamente gravadas, são numismas fantasiosos. |
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125 x 53 cm |
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Bibliografia: |
Página actualizada
em
07/06/03
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