| << a exposição | |
| Ouro e jade [enchem toda a casa] (jin yu [man tang]) | |
Gravura de parede (uma de um par) |
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Atribuível a Yangjiabu, Weifang, Prov. de Shandong. Época indeterminada. Impressa a adquirida em Shenzhen Z.E.E. (1994) |
| foto: A. E. Maia do Amaral, 2003 |
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O título da gravura começa da direita para a esquerda (jin yu) e continuaria no par desta imagem (man tang), que não existe na colecção. Literalmente, isto quer dizer "Peixes ornamentais enchem o aquário"; metaforicamente, deve entender-se pela sua homófona "Ouro e jade enchem toda a casa". Hoje, esta expressão Jin yu man tang é uma forma consagrada de bons augúrios, mas já foi usada no período de Zhou com o significado de uma enorme riqueza por Laozi, aí com um sentido moral completamente distinto. Disse o filósofo que "uma sala cheia de ouro e jade não pode ser guardada por ninguém" (Daodejing, cap. 9). A grande rusticidade desta gravura vem acompanhada de um desenho vigoroso e de um fundo muito decorativo e interessante. Não se pode saber se é, ou não, da mesma oficina que produziu outras gravuras com soluções gráficas semelhantes para os fundos (como o Deus da Cozinha), porque aqui a marca foi intencionalmente mutilada. Este fenómeno de obliterar marcas é frequente na gravura chinesa, porque as matrizes de madeira duram, por vezes, mais anos de que os impressores e as oficinas. Retirando a marca original, uma oficina nova pode continuar a produzir e a vender gravuras tiradas de pranchas oriundas de oficinas mais antigas. Neste caso, a gravura foi impressa com pranchas atribuíveis a Yangjiabu, mas no pavilhão de Weifang do parque temático China Folk Culture Villages, em Shenzhen. |
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23 x 31 cm |
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Bibliografia: |
Página actualizada
em
10/02/03
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[Ouro e jade [enchem toda a casa] (jin yu [man tang]) | ||
| Gravura de parede (uma de um par) | |||
| Atribuível a Yangjiabu, Weifang, Prov. de Shandong. Época indeterminada. Impressa a adquirida em Shenzhen Z.E.E. (1994) | |||
| foto: A. E. Maia do Amaral, 2003 | ![]() |
O título da gravura começa da direita para a esquerda (jin yu) e continuaria no par desta imagem (man tang), que não existe na colecção. Literalmente, isto quer dizer "Peixes ornamentais enchem o aquário"; metaforicamente, deve entender-se pela sua homófona "Ouro e jade enchem toda a casa". Hoje, esta expressão Jin yu man tang é uma forma consagrada de bons augúrios, mas já foi usada no período de Zhou com o significado de uma enorme riqueza por Laozi, aí com um sentido moral completamente distinto. Disse o filósofo que "uma sala cheia de ouro e jade não pode ser guardada por ninguém" (Daodejing, cap. 9). A grande rusticidade desta gravura vem acompanhada de um desenho vigoroso e de um fundo muito decorativo e interessante. Não se pode saber se é, ou não, da mesma oficina que produziu outras gravuras com soluções gráficas semelhantes para os fundos (como o Deus da Cozinha), porque aqui a marca foi intencionalmente mutilada. Este fenómeno de obliterar marcas é frequente na gravura chinesa, porque as matrizes de madeira duram, por vezes, mais anos de que os impressores e as oficinas. Retirando a marca original, uma oficina nova pode continuar a produzir e a vender gravuras tiradas de pranchas oriundas de oficinas mais antigas. Neste caso, a gravura foi impressa com pranchas atribuíveis a Yangjiabu, mas no pavilhão de Weifang do parque temático China Folk Culture Villages, em Shenzhen. | |
| 23 x 31 cm | |||
| Bibliografia: AMARAL 2003, no 6. |
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| Página actualizada em 10/02/03. | |||