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| [Confúcio] | |
Peça para o centro da parede da sala (zhongtang) |
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Yangjiabu, Weifang, Prov. de Shandong. 2ª metade do séc. 20. |
| foto: Óscar Almeida, 2003 |
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O maior interesse desta gravura é ter sido comercializada sem estar terminada, ficando assim muito evidentes os abundantes pequenos pontos usados nas pranchas azul e verde para fazer o acerto das pranchas. É mais uma das muitas e variadas técnicas chinesas de registo de cores que os tratadistas europeus parece nunca terem visto. Embora sem título, a representação segue a iconografia convencional de Confúcio: É, pois, um ícone, e por ser tão imediatamente reconhecível, dispensa-se de ostentar um título. A legenda diz apenas "Yangjiabu", o local de fabrico. Quase todas as gravuras conhecidas com esta marca, a menos que se trate de uma "moda" recente (e esta foi adquirida pelo coleccionador em 2002), foram produzidas pela oficina "Tong Shun De", e sairam da mão do seu Mestre Yang Luoshu, o decano dos gravadores de Yangjiabu. Representante da 19a geração de gravadores da família Yang, Yang Luoshu é um bom técnico, mas é um conformista: Passou metade da vida a fazer cópias de gravuras antigas para o estúdio Tong Shun De, outra metade a criar novos desenhos, geralmente simplistas e apressados, para nos brindar em 1996-1997 com uma série verdadeiramente inspirada, os "108 heróis de Liangshan". Este Confúcio, apesar de não-assinado, pode bem representar a faceta mais tradicionalista da obra de Yang Luoshu. |
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50 x 26 cm |
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Página actualizada
em
07/06/03
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