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Mostrador com peças
anatómicas
de patologia humana,
em líquido conservante
Fotos: Museu do Instituto de
Anatomia Patológica
© Museu do Ins. de Anatomia Patológica |
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Esqueleto de recém-nascido
com raquitismo, séc. XIX
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MUSEU DO INSTITUTO DE ANATOMIA PATOLÓGICA
Instituto de Anatomia Patológica Faculdade de Medicina
Apartado 3010
3004-504 COIMBRA
Tel.: +351 239857762/65
Fax: +351 239857704
Directora
Prof.ª Doutora Lina M.ª Rodrigues Carvalho
Horário de funcionamento
9:00-12:00 e 14:00-17:00
Condições de acesso
Com autorização da Directora
Data de criação
1865
Área científica
Patologia
Caracterização geral das espécies
1. Espécimes de lesões em patologia humana e animal.
2. Modelos de patologia humana em cêra.
3. Equipamento usado em Anatomia Patológica.
Épocas representadas
Séculos XIX e XX
H i s t ó r i a • A criação
do Museu de Anatomia Patológica, remonta à época
Pombalina sucedendo ao então criado Gabinete de Anatomia
Patológica instalado no edifício do Museu (Largo de
S. Jerónimo). Após um período conturbado da
Universidade de Coimbra e em que é afastado do ensino o Dr.
Francisco Soares Franco, sucede-lhe o Dr. Carlos José Pinheiro,
em 1822, que recolhe o que restava das peças anatómicas
do Teatro Anatómico e aumenta a colecção de
espécimes de autópsias com e sem órgãos
para estudo anatómico de dissecção de cadáveres.
Ao tempo, o Dr. Carlos José Pinheiro publica em 1829 o Inventário
Scientífico de Peças e Preparados do Theatro Anatómico
da Universidade de Coimbra no qual catalogava 158 exemplares, dos
quais 41 eram peças anatomopatológicas. Mas destas,
poucas peças restaram para serem incluídas no Gabinete
de Anatomia Patológica e Chimica Médica, tendo-se
publicado um catálogo em 1865 da autoria de Francisco António
Alves. Mais tarde, em 1869, publica-se uma obra intitulada Elementos
de Anatomia Patológica Geral, onde se reproduzem exemplares
do Museu de Anatomia Patológica. A partir desta data com
o avanço da cirurgia, o Museu vai-se enriquecendo com exemplares
de patologia diversa, provenientes de autópsias e exemplares
de recém-nascidos ou fetos com anomalias, e ainda de peças
operatórias de cirurgia efectuada pelos Prof.s Ângelo
da Fonseca e Bissaya Barreto. O Prof. Renato Trincão, jubilado
em 1990 completou o espólio que hoje pode ser observado.
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